A linha GTC da Bentley está com novidades. A principal delas é a chegada da versão Speed, com motor que desenvolve 610 cv (cavalos) de potência. Segundo dados de fábrica, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos e atinge velocidade máxima de 322 km/h.
Também foram reestilizadas a grade frontal e as entradas de ar. Além disso, o consumidor tem novas opções de cores.
O modelo ganhou novos amortecedores de baixa fricção e traz como opcionais discos de feios carbo-cerâmicos e controlador de velocidade dotado de um radar que monitora o trânsito.
No caso do GTC Speed, uma série de detalhes mostra se tratar de um esportivo. São exemplos a suspensão rebaixada, as ponteiras de escapamento maiores, o spoiler traseiro e as rodas de 20 liga leve de 20 polegadas. A versão "de entrada" do modelo ainda é equipada com motor 6.0 W12 de 560 cv.Fonte: Interpress Motor


A pintura especial "designo magno platinum" se diferencia por atrair menos sujeira. A Grand Edition pode vir nas cores preto Obsidian, prata Iridium, vermelho Carneol e cinza Flint. As rodas de 18 polegadas da AMG são pintadas na cor Cinza Titanium e calçam pneus 245/40 na frente e 275/35 na traseira.
O interior combina Alcântara, couro especial em dois tons, pedais em aço inoxidável e sistema Comand APS, que controla os sistemas de áudio, navegação e telefonia por meio de uma tela de 6,5 polegadas. O comprador pode escolher acabamento de madeira, fosco ou brilhante. Há logotipos da série nos paralamas e nos tapetes.
O modelo terá motores que começam em um 3.6 V6 (seis cilindros em "V") de 300 cv (cavalos) de potência, este escolhido ainda para uma versão híbrida, e 4.8 V8 de 400 cv. Dependendo da versão a transmissão será manual de seis velocidades ou a nova PDK (Double-Clutch Gearbox), de sete velocidades. Quem preferir podeerá adquirir o Sports Chrono Package, um pacote que deixa o modelo mais esportivo. Os preços ainda não foram divulgados.
Segundo a empresa, a construção tipo cabine sobre chassi é a mais adequada e resistente para uso severo. O motorista tem a opção de acionar o seletor de tração 4 x 4 (em terrenos de baixa aderência) ou 4 x 2 enquanto está dirigindo até 100 km/h. No modo 4 x 4 pode-se escolher a marcha reduzida, totalmente indicada para situações fora de estrada. O carro é equipado com barras de proteção laterais nas portas e cinto de segurança de três pontos com regulagem de altura.
Os freios, a disco na dianteira e tambor na traseira, contam com o Brake Assist, um sistema auxiliar que atua de forma diretamente proporcional à velocidade de aplicação do freio pelo condutor, maximizando sua ação em situações de emergência. O veículo será comercializado por R$ 54.990,00.
A empresa destaca a eficiência do motor de 2,4 litros, com injeção direta e 259 cavalos, capaz de fazer até 12,75 km/l na estrada e 8,93 km/l no tráfego urbano - uma melhoria de 25% em comparação com o modelo anterior.
O novo modelo tira a inspiração de seu projeto externo do sedã Malibu e do crossover Traverse. “No momento em que os clientes estão bastante preocupados com a economia de combustível de seus veículos, o Equinox é a resposta”, disse Ed Peper, vice-presidente da Chevrolet. “Ele oferece o conforto e capacidade de um crossover, com grande economia de combustível.”
O Equinox 2010 começará a ser comercializado na metade de 2009. Estará disponível nos modelos LS, LT e LTZ, com tração nas quatro rodas como opcional e dois novos motores que oferecem autonomia de mais de 800 quilômetros. O veículo traz seis airbags, freios a disco nas quatro rodas, sistema OnStar e radio com satélite, sistema de partida remota.
Seu motor é um 7.0 V8 (oito cilindros em "V"), que permite acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 3 segundos.
A velocidade máxima, segundo dados de fábrica, chegam a 373 km/h, praticamente a de decolagem de um jato comercial.
A carroceria é quase totalmente feita de fibra de carbono. A produção é limitada a 15 unidades – cada uma com preço superior a 300 mil euros.
O modelo chegará com opção de motor V6 (seis cilindros em "V") com injeção direta e opção de tração AWD (All Wheel Drive), acionada sob demanda (ou seja, quando o tipo de piso requer).
As opções de motor partem de um 2.8 turboalimentado capaz de desenvolver 300 cv (cavalos) de potência, passam por um 3.0 e chegam ao 3.6 V6 de 260 cv – lembra ou não a base mecânica do “nosso” Captiva, que chega do México?
Sim, pois o SRX é fabricado na mesma planta de Ramos Arizpe, México, de onde vem o Captiva. Entre os equipamentos, haverá airbags frontais, laterais e do tipo cortina. Ainda não foi divulgado o preço, mas o modelo deve começar a ser vendido no segundo trimestre deste ano.
Sob o capô do modelo repousa o mesmo bloco usado no KR, ou seja, um 5.4 litros V8 sobrealimentado capaz de gerar 547 cavalos de potência a 6.200 rpm e 70 kgfm de torque máximo, disponíveis a 4.800 rpm. De acordo com o fabricante, o novo motor está 40 cv mais potente que o do GT500 anterior. Essa usina de força está conectada a um câmbio manual de seis marchas, que tiveram suas relações alongadas em benefício do consumo de combustível.
Além do visual renovado, graças à atualização da gama 2010 do Mustang, revelada em novembro, durante o Salão do Automóvel de Los Angeles (EUA), a aparência do modelo ganhou contornos mais agressivos, evidenciados pelas linhas protuberantes do capô, do pára-choque dianteiro e da grande entrada de ar frontal. O emblema da Shelby Automobiles, caracterizado pelo desenho de uma serpente, agora fica do lado esquerdo da grade frontal.
Nas laterais, a identidade visual foi mantida, porém no novo projeto, as rodas ficaram mais próximas das extremidades dianteira e traseira do carro proporcionando aparência mais robusta. As rodas exibem cinco raios duplos e medem 19 polegadas no cupê e 18", na versão conversível. Atrás os destaques ficam por conta do novo aerofólio, maior e menos inclinado em comparação ao do predecessor, e da saída dupla de escape com ponteiras de 10 centímetros de diâmetro.
No mais, o Shelby ostenta listras brancas que atravessam a carroceria do capô à tampa do porta-malas e faixas nas laterais com a inscrição GT500. O interior segue na mesma toada e traz bancos esportivos revestidos de couro com listras brancas nos encostos e assentos. "Estamos orgulhosos das muitas melhorias que foram desenvolvidas conjuntamente entre a Ford e a Shelby Automobiles, no ano passado, e que agora incorporam o novo Shelby GT500 2010", revelou Carroll Shelby, fundador da Shelby Automobiles e criador do primeiro Shelby GT500. "Com o conhecimento adquirido no desenvolvimento do Shelby GT500KR, este novo carro oferece uma ótima combinação de potência, dirigibilidade e de frenagem. É realmente um carro que é muito divertido de se conduzir", acrescentou o ex-piloto texano.


Seu motor agora é 3.7 DOHC V6 (seis cilindros em "V") de 336 cv (cavalos) de potência, com uma nova transmissão automática de sete velocidades. O veículo tem o primeiro sistema no mundo de controle sincronizado (com a rotação do motor) de mudança de velocidade para a versão de câmbio manual. O preço de entrada se refere à versão com transmissão manual de seis velocidades.
As inovações incluem tanto aspectos de design exterior e interior como itens técnicos voltados ao desempenho, segurança e meio ambiente. Equipado com motor 1.6 de quatro cilindros, o conceito antecipa a tecnologia de injeção direta turbo-alimentada de gasolina, que deve entrar em produção na segunda metade de 2009. Um conjunto de inovações técnicas permite também reduzir as emissões de CO2 para 119 g/km, além de oferecer uma relação de consumo de 20 km/litro.
Por se tratar de uma das maiores carrocerias que a dodge já construiu para um coupe, foi preciso abandonar a mecânica original e acrescentar ao projeto o que há de mais moderno e potente no mercado para que o grande automovel tivesse um temperamento de esportivo.
Para isso foi escolhido um novo motor Mopar preparado pela Arruzza-built, um Hemi V8 525 com cabeçote de alumínio, pistões forjados e tudo isso é alimentado por um compressor duplo de dois estágios V 600 CFM Holley que pode gerar mais de 600 cavalos dependendo da sua regulagem.
O Charger é visivelmente mais baixo que o original devido a nova suspensão esportiva com regulagem de altura. As lindas rodas da American Racing de 17 x 8 na frente e 18 x 10 na traseira são montadas com pneus Nitto 555ZRs nas medidas 245/45-R17 e 295/45-R18.O sistema de freios foi substituído por um bem mais moderno da Baer com discos de 13 polegadas nas quatro rodas.
A principal novidade é o teto rígido, que toma o lugar da capota confeccionada em lona. Assim o Z4 terá versão única e não mais as variantes roadster e cupê. A capota é dividida em duas peças, feitas em alumínio, e possui janela traseira em vidro. Seu acionamento demora 20 segundos e pode ser feito de fora do carro pelo controle da chave. Com ela fechada o porta-malas leva 310 litros. Se for aberta, a capacidade diminui para 180 litros.
Permanece a profusão de vincos e recortes, porém a Z4 adquiriu formas mais fluidas e arredondadas, como as dos pára-lamas traseiros e da capota. O interior mantém a sobriedade típica dos carros alemães. Como opcional, o revestimento em couro pode receber uma tratamento com pigmentos que refletem os raios solares, diminuindo a temperatura dos assentos.
Os equipamentos de série incluem controle de estabilidade, airbags frontais e laterais (cabeça e tórax), faróis bi-xenon, pneus com sensor de pressão e que podem rodar alguns quilômetros depois de furados. O freio de estacionamento é elétrico. As lanternas usam LEDs e o ar-condicionado pode ser de duas zonas.
São três versões, todas com motores de seis cilindros em linha e tração traseira. A sDrive 23i tem um 2.5 de 204 cv (cavalos) de potência, a sDrive30i vem equipada com um 3.0 de 258 cv e a topo de linha, sDrive35i, usa o 3.0 Biturbo de 306 cv que já equipa as irmãs 135i e 335i.
O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, trabalham sobre a questão da possível fusão, afirmou o "Milano Finanza", citando fontes próximas ao gabinete de Berlusconi. O assunto coincide com o fato de o gabinete do premiê direitista estar estudando uma possível ajuda para o setor automobilístico.A fusão com a PSA poderá ser discutida quando John Elkann, diretor da holding IFI, controladora da Fiat, se encontrar com Berlusconi na quarta-feira, afirmou o jornal. Um porta-voz do gabinete de Berlusconi disse que não há comentários oficiais sobre a reportagem. O porta-voz da Fiat não comentou o assunto.
O grupo PSA Peugeot-Citroën e a Fiat já colaboram na produção de veículos utilitários; o resultado são produtos idênticos, diferentes apenas no logotipo e no nome. Na foto, de cima para baixo, Peugeot Bipper, Citroën Nemo e Fiat Fiorino.
Com um design futurista, o modelo tem um motor elétrico que fica logo na frente do eixo dianteiro, com dois tanques de combustível acima. Assim, é utilizada uma tecnologia que converte hidrogênio em eletricidade, resultando na emissão apenas de vapor d´água.
É o mesmo motor do Lamborghini Gallardo LP560-4. Com ele, o modelo da marca das quatro argolas acelera de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos e chega a 316 km/h de velocidade máxima. O modelo deve ser uma das principais atrações da marca no Salão de Detroit (EUA), em janeiro.
Sua transmissão pode ser manual ou automática R-Tronic, com opção de seleção das marchas. Traz dois modos de funcionamento, normal e esportivo, que aumenta o giro do motor e torna o pedal de acelerador mais sensível aos comandos do motorista. Outra novidade exclusiva da versão é a função Launch Control, que realiza acelerações rápidas desde a imobilidade. Em vez de quatro saídas de escapamento, a nova versão tem apenas duas, no formato oval.
Bom para o XC60, equipado com sistema de proteção contra efeito chicote, que obteve a maior nota entre os cinco melhores colocados, superando concorrentes como Alfa Romeo Mito, Volkswagen Golf, Audi A4 e Opel Insignia. Diferentes tipos de teste foram realizados no processo de avaliação, que contou com um total de 25 modelos na primeira bateria.

As alterações do Plus foram menores do que as do Golf normal. Os faróis têm praticamente o mesmo desenho, porém agora são separados pela grade sem pintura. O pára-choque ganha entradas de ar redesenhadas. Atrás as lanternas continuam iguais e somente o pára-choque foi revisto. O interior mantém o mesmo visual. Mudam somente os comando do ar-condicionado e o volante.
A primeira opção se chama S-Tune Aero Package. Com ela, o 370 Z ganha spoiler no pára-choque dianteiro, saias laterais, moldura inferior no pára-choque traseiro com saídas de escapamento integradas e enormes asas nas extremidades, além de aerofólio sobre a tampa por porta-malas.
Batizada Ranger Max, a picape-conceito segue a mesma escola das rivais: desenho arrojado que vai bem no fora-de-estrada e se destaca nas grandes cidades. De acordo com a Ford, esta linha estilística "estabelece um novo estilo robusto para as picapes compactas da marca".
Aliás, não está enganado quem se lembrar da Hilux ao olhar para a Ranger. O conjunto é parecido com o da rival Toyota. Já a grade tem três barras cromadas, a exemplo dos modelos da Ford norte-americana. As laterais trazem arcos de pára-lamas destacados e ornamentados por saídas de ar (na dianteira) e adornos em preto.
A retaguarda exibe lanternas translúcidas e pára-choque em cinza. A caçamba utiliza uma capota rígida com santantônio integrado e sua tampa tem uma barra em alto relevo que leva o nome da picape. As rodas de 18 polegadas da Ranger Max calçam pneus 285/60. Não foram reveladas imagens do interior, tampouco informações técnicas.
O equipamento foi desenvolvido a partir de rígidos padrões de segurança e qualidade da marca e tem o objetivo de deixar o modelo com um visual mais moderno e exclusivo, além da funcionalidade do item, que tem capacidade de carga de 60 kg. O preço sugerido é de R$ 624,63.
O Scirocco terá apenas cem unidades produzidas. Além da pintura alva, se diferencia pelos faróis de xenônio, teto solar panorâmico e pelas rodas de 19 polegadas com acabamento polido. Dentro o revestimento combina couro branco e preto e o sistema de navegação é de série. Seu motor é o 2.0 Turbo de 200 cv (cavalos), com câmbio DSG de duas embreagens.
Na nova versão uma barra de alumínio oculta substitui os arcos de proteção em caso de capotamento, melhorando a visibilidade do motorista. Também passa a ser opcional no veículo o sistema Always-Open, um contador de tempo que informa quanto tempo o veículo rodou com a capota aberta. Aliás, seu recolhimento ocorre em 15 segundos e pode ser acionado com o carro a até 30 km/h.
À venda na Europa a partir de meados do próximo ano, a princípio o Mini Cabrio virá com duas opções de motor a gasolina – 1.6 de 120 cv (cavalos) de potência e 1.6 turbo de 174 cv.