A Mercedes-Benz lança no final deste ano a versão perua do novo Classe C, que traz 10 litros a mais de porta-malas – são 485 l ante 475 l – em relação à versão sedã, mas se destaca pela versatilidade, sobretudo de transportar objetos maiores com o rebatimento dos assentos traseiros, que faz o volume aumentar para 1.500 l.
Como no Audi Q7, está previsto um sistema de abertura e fechamento automáticos. Entre os motores disponíveis na Europa, há três diesel – de 136 cv (cavalos), de 170 cv e de 224 cv –, enquanto a gasolina há quatro – 156 cv, 180 cv, 204 cv e 272 cv.Fonte: Interpress Motor
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A altura do 207 SW foi elevada em 16 mm na dianteira e 21 mm na traseira, graças a mudanças no tamanho das rodas e pneus, fazendo com que a aderência e a dirigibilidade do carro não fossem prejudicadas. Entre as opções de motor estão dois a gasolina, sendo um 1.4 16v de 95 cv (cavalos) e um 1.6 de 120 cv, e dois a diesel 1.6, um com 90 cv e outro com 110 cv.





Voltado para o mercado de jovens, o interior contém um computador no formato de um diamante. Sob o capô estará um motor elétrico com bateria de lítio compacta. O design é bastante futurista, com portas que se abrem para cima e linhas que parecem ter sido cortadas com uma navalha.
O carro-conceito será um mostruário das tecnologias verdes da montadora, como o motor 1.9 a diesel de 134 cv (cavalos) e torque de 28,5 kgfm que está de acordo com a futura norma Euro 5, que impõe limites mais reduzidos e exigentes de emissões de gases de escape para a atmosfera, e será produzido a partir de 2009.
O motor também possui um turbocompressor de geometria variável, filtro de partículas e catalisador.
Além disso, o conceito de utilitário esportivo compacto terá acabamento feito com materiais ecológicos, como resina orgânica de bambu e matérias-primas de outras plantas usados em tapetes, portas, pára-choques e bancos.



Mas parece que, na verdade, a parceira da BMW será mesmo a Mercedes, que também usará a plataforma do Mini para produzir um pseudo-utilitário esportivo baseado no Classe A.
O grupo BMW trabalha ainda para baratear os processos de fabricação da próxima geração do Mini, que atualmente são mais caros que dos modelos da Serie 1. Espera-se que haja uma redução entre 600 e 700 euros por unidade.

O sedã ficou 10 milímetros mais baixo na dianteira e 25 mm na traseira, deixando a sensação de pilotagem mais parecida com a de um carro de corrida. Ao exterior foi adicionada uma grade preta cromada, além de rodas de 20 polegadas calçadas com pneus Pirelli. A única opção de transmissão é a mesma da versão GT, automática de seis velocidades.

As montadoras chinesas merecem reconhecimento por tentar desenvolver carros aptos para serem comercializados em âmbito mundial. Mas precisam alcançar um patamar em que seus modelos sejam aceitos como projetos originais, não como alternativas mais baratas às marcas luxuosas.







O carro-conceito emprestará o motor 3.5 V6 (seis cilindros em “V”) do Nissan 350Z, além de ter a opção de um propulsor 2.0.Outras novidades serão freio de mão elétrico, partida por botão no painel (como o usado no Renault Mégane), faróis de xenônio e melhora no tratamento acústico e no sistema de suspensão. O Fluence poderá ser equipado com transmissão automática ou manual, as duas de seis velocidades.
Em comunicado oficial, a empresa afirma estar ciente de sua imagem de fabricante de automóveis mais baratos e, por isso, não tem pretensões de concorrer no mercado coreano com marcas como a Lexus e outras importadoras




Medindo 4,25 metros, o hatchback (sem porta-malas saliente) de três portas é mais comprido que a versão de quatro portas, o que garante um amplo espaço interno, além de ser mais rebaixado e com perfil mais esportivo entre os dois.
Por isso o novo pro_cee’d poderá trazer um pacote opcional para deixá-lo ainda mais “nervoso”, contendo rodas de 17 polegadas calçadas com pneus de 225 mm, interior com acabamento esportivo, pedaleiras de metal e detalhes de aço inoxidável a prova de riscos.

As outras 500 mil foram construídas nos últimos 18 meses, conforme a companhia engrena e se expande, tanto no mercado interno como no externo. Não é para menos, uma vez que a chinesa fechou um acordo com a Chrysler no início deste ano para fabricar e exportar carros para os EUA. Mais recentemente, a Chery também se aliou a Fiat e Alfa Romeo para produzir modelos do grupo italiano na China.
A produção do novo carrinho deve ultrapassar as 100 mil unidades anuais, além e ganhar versões perua, roadster e possivelmente até um miniutilitário esportivo denominado Q1.Já o sistema híbrido estará disponível tanto nos motores a gasolina mais tradicionais TSI e FSI quanto nos TDI a diesel. Enquanto isso, a marca irmã Volkswagen apresentará seu minicarro-conceito no Salão de Frankfurt, que acontece entre 13 e 23 do próximo mês. O protótipo será construído em uma nova plataforma de baixo custo e terá motor na traseira. A previsão de preço fica abaixo dos 8.000 euros.

O objetivo da montadora francesa é que o novo modelo seja classificado entre os três melhores veículos de sua categoria em termo de qualidade de produto e serviços.
Uma vasta gama de motores poderá equipar o Laguna. Entre as opções a gasolina estão o 1.6 16v de 110 cv (cavalos) e torque de 15,4 kgfm, que roda 19,6 km/l; o 2.0 16v de 140 cv e 19,9 kgfm de torque, com consumo estimado em 12,6 km/l; e o 2.0 16v turbo, com potência máxima de 170 cv e torque de 27,5 kgfm, que faz 11,2 km/l.
Já entre as alternativas a diesel encontram-se o 1.5, que substitui o antigo motor 1.9, com 110 cv, torque de 24,4 kgfm e 19,6 km/l de consumo médio; além do propulsor 2.0 com três opções de potência: 130 cv, 150 cv e 175 cv, com respectivos torques de 32,6 kgfm, 34,6 kgfm e 38,7 kgfm. A média de consumo fica em 16 km/l. Todos podem ser equipados com câmbio automático ou manual de seis velocidades e rodas de 16, 17 ou 18 polegadas.




Embora as vendas estivessem previstas para começar após o Salão de Frankfurt, em setembro, uma notificação legal da Mercedes pode barrar a comercialização do carrinho chinês. De acordo com um porta-voz da Mercedes, os importadores do Noble, que custará 7.000 euros, querem lucrar em cima do visual moderno do Smart.


Com nova frente marcadamente esportiva, a parte traseira mais atlética a característica coluna posterior de generosas dimensões e o perfil musculoso com uma linha de cintura que ascende suavemente até atrás”, diz o material de divulgação. Para os argentinos haverá motor 1.6 de 100 cv (cavalos), 2.0 de 116 cv e 1.8 turbo de 180 cv, todas a gasolina, além da 1.9 diesel de 90 cv. Também há câmbio manual e Tiptronic.



