O conceito Suzuki Kizashi foi a primeira tentativa da fabricante japonesa de desenvolver um modelo para ser vendido no segmento de médios, e sua popularidade nos salões de Frankfurt (Alemanha) e de Tóquio (Japão), no ano passado, fez com que os executivos da marca dessem sinal verde para o projeto.
Os protótipos originais foram equipados com motores turbodiesel de quatro cilindros e V6 (seis cilindros em "V") a gasolina, mas de acordo com a publicação "AutoTelegraaf", os planos incluem a adição de um novo propulsor V8.
Será a terceira e última motorização disponibilizada para o Kizashi, que ganhará retoques para ficar mais próximo à versão final de produção e será apresentado em eventos ainda neste ano.Fonte: Interpress Motor


Para melhorar na dinâmica, há um novo sistema de direção variável, que faz com que o motorista não precise virar tanto o volante quando há uma curva fechada. Mas a grande novidade é uma versão de entrada do modelo, o SL280, equipado com motor V6 (seis cilindros em "V") de 231 cv (cavalos) de potência e torque máximo de 30,6 kgfm, que acelera de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos.
Também o tradicional propulsor 3.5 do SL350 recebeu um ligeiro aumento de potência, alcançando agora 316 cv e 36,7 kgfm de torque. Os respectivos motores V8 e V12 do SL500 e do SL600 permanecem com os números inalterados, mas agora possuem uma melhor economia de combustível.
Além disso, toda a gama vem com faróis bixenon, novo sistema de aquecimento "Airscarf" e aparelhagem multimídia totalmente redesenhada e com funções adicionais. Os modelos mais básicos são equipados com rodas de 17 polegadas, enquanto os V8 e V12 recebem rodas aro 18. A nova geração do SL começa a ser vendida na Europa a partir do dia 5 de abril.
As informações ainda não foram confirmadas oficialmente pela Kia do Brasil, mas por concessionários da marca, que participaram ontem de evento de apresentação do novo modelo, em São Paulo, e adiantaram as novidades para Interpress Motor. Segundo eles, a boa nova é que o preço na versão de entrada deverá ser mantido em R$ 34.900, apesar das melhorias (a tendência seria aumentá-lo).
A automática deve continuar em R$ 40.900. Espera-se ainda um novo motor: o 1.0 de 61 cv (cavalos) para a versão manual, além do 1.1 de 64 cv. Assim o compacto da marca coreana ficaria com três versões: EX manual 1.0, EX manual 1.1 e EX automático 1.1. Todos vêm de série com travas e vidros elétricos, direção hidráulica, ar-condicionado, toca-CDs, airbag para o motorista e uma série de porta-objetos úteis, como uma gaveta sob o banco do passageiro.
A Kia Motors do Brasil encerrou 2007 com 9.005 unidades comercializadas no atacado (da fábrica para as concessionárias). Esse resultado é 171% superior ao volume vendido em 2006. Nos emplacamentos a alta registrada, ante 2006, foi de 132,3%, atingindo 7.305 unidades.
Os três modelos da marca mais licenciados no país em 2007 foram: o utilitário esportivo Sportage com 29,9% do volume de emplacamentos da marca, o compacto Picanto (22,2%) e o comercial leve Bongo (17%). Completam as vendas da Kia no Brasil o utilitário esportivo Sorento (13,1%), o sedã médio Cerato (7,6%), o sedã médio luxo Magentis (6,1%), a minivan Carnival (2,8%) e o sedã de luxo Opirus (1,3%).
Já em estudo está a substituição da linha XJ e os modelos de alta performance XF-R e XK-R. Agora a empresa confirma a retomada dos planos de produção de um esportivo baseado no F-Type Concept original para meados de 2009. O carro, que deve ser construído na plataforma do XJ encurtada para cortar custos, será um cupê para apenas dois ocupantes e brigará com o Porsche 911. Também dividirá o motor V8 (oito cilindros em "V") supercharged aspirado com os modelos da linha XF lançados recentemente.
O Furai também usa como base o chassis do Courage C65, um veículo fabricado pela Mazda durante dois anos para a disputa do American Le Mans.
O design da Mazda Furai é inspirada pelo também conceito Nagare, apresentado em 2006, a Mazda ainda não informou se o conceito Furai irá realmente entrar em produção, mas no Press Release divulgado pela montadora a informação é de que o protótipo antecipa “futuras possibilidades de design” e “também a utilização futura de combustíveis renováveis”, falando especificamente da utlização do álcool. Fonte: 
Vários protótipos foram testados em Nürburgring para preparar o modelo para seu lançamento, que acontecerá no meio do ano, e o resultado final aparece nestas fotos oficiais reveladas hoje. Como no M3 cupê, a versão cabriolet apresenta a mesma barra frontal agressiva, amplas aberturas de ventilação no capô e escapamento quádruplo.
As especificações mecânicas continuam as mesmas: motor 4.0 V8 (oito cilindros em "V") de 420 cv (cavalos), apesar de uma leve queda nos valores de aceleração graças ao reforço na carroceria e ao peso do teto rígido dobrável. O M3 Cabrio deverá fazer sua primeira aparição no Salão de Genebra (Suíça), em março, quando a marca alemã também apresentará sua transmissão "dual clutch" de sete velocidades.
Apelidada de "M DKG", a nova caixa deixará o carro ainda mais rápido na aceleração de 0 a 100 km/h que com o câmbio manual, mas os resultados oficiais com os números só serão liberados em cerca de dois meses.
Baseado no conceito LF-A cupê, que rodou o circuito internacional de salões nos últimos 12 meses, o roadster apresenta motor dianteiro 5.0 V10 de 500 cv (cavalos) de potência máxima capaz de atingir os 320 km/h e tração traseira para um melhor balanço.
As trocas de marcas são feitas por meio e borboletas atrás do volante. Além disso, o carro possui maior rigidez estrutural do chassi a fim de reduzir as vibrações. Embora o LF-A seja mostrado como conceito, diversos protótipos já foram flagrados em testes no circuito de Nürburgring, indicando que há possibilidade de produção do modelo.
Peculiar também é a substituição dos retrovisores. Em seu lugar, o motorista fica sabendo o que acontece atrás por meio de pequenas câmeras instaladas na traseira. Também chama a atenção a ponteira tripla de escapamento.

Em exposição no evento na cor marfim, grade dianteira cromada e rodas de 20 polegadas, o modelo traz por dentro muito conforto e estilo.
Assentos de couro caramelo com costuras tipo diamante, detalhes de madeira e acabamento perolizado são algumas características.
Isso sem contar os equipamentos de última geração como sistema de entretenimento completo embutido para os ocupantes dos bancos traseiros, com controles no console central e capacidade para conectar o tocador de MP3, fazer ligações telefônicas ou acessar a Internet por meio de um teclado integrado ao descanso de braço. O passageiro pode navegar pela rede em uma das duas telas de 10,4 polegadas sensíveis ao toque localizadas abaixo dos encostos de cabeça dos bancos dianteiros.
Também estão incluídos reprodutores de CDs e DVDs. Já as especificações mecânicas não mudam: motor 4.2 V8 (oito cilindros em "V") de 400 cv (cavalos) de potência máxima combinado a uma transmissão automática de seis velocidades.
O HX, apesar de seguir fielmente o DNA Hummer tem dimensões parecidas com as do rival: mede 4,34 metros de comprimento e tem 2,61 m de distância entreeixos, ante 4,22 m e 2,42m do representante do Grupo Chrysler. O HX também apela para duas portas e diversas partes removíveis, entre elas o teto, os pára-lamas e as portas.
O sistema de transmissão tem tração é integral permanente, câmbio automático de seis velocidades, além de diferenciais autoblocantes. O motor é um 3.6 seis cilindros que pode ser abastecido com E85 (85% de álcool e 15% de gasolina). Rende 304 cv (cavalos) e 37,7 kgfm de torque a 5.200 rpm.
A fabricante japonesa denominou o novo Pilot como um "utilitário crossover", graças às suas vantagens derivadas tanto de um carro de passeio (dirigibilidade suave e pacote de equipamentos) como de um fora-de-estrada (resistência, capacidade e design de utilitário esportivo).
O motor do modelo será um V6 (seis cilindros em "V") com a tecnologia de economia de combustível VCM (Variable Cylinder Manegement), que permite que o propulsor opere com os seis cilindros para obter potência e com quatro ou três cilindros para maior eficiência.
Por dentro, há espaço para oito ocupantes nas três fileiras de assentos, sendo que a segunda e a terceira fileiras são rebatíveis para proporcionar flexibilidade na configuração. A versão de produção do Pilot será fabricada na planta da Honda no Alabama (EUA).
Entretanto o protótipo agrega números ainda mais impressionantes: motor 6.0 V12 com 500 cv de potência máxima e torque de 102 kgfm a 1.750 rpm, fazendo o modelo ir de 0 a 100 km/h em meros 4,2 segundos.
O sistema duplo de turbochargers entrega força na medida independentemente da rotação do propulsor, além de atingir uma velocidade máxima que ultrapassa os 300 km/h. Considerando o caminho "verde" pelo qual segue a indústria automotiva, o modelo cumpre as normas de emissão do Euro 6, que entrará em vigor em 2014, e proporciona economia de combustível em relação à versão a gasolina.
Já o atraente exterior apresenta novas e maiores entradas ar, saias laterais mais largas, spoiler de alumínio e o V12 a mostra, uma vez que esse aspecto é um dos destaques do conceito. Os faróis são inteiramente de LEDs, mais brilhantes e eficientes que iluminação halógena ou xenon. A expectativa de duração do carro é de 300 mil km.
Mas a fabricante alemã ainda tem alguns obstáculos a ultrapassar, pelo menos nos EUA. Lançamentos de carros a diesel na terra do Tio Sam foram poucos e dispersos nas últimas décadas, uma vez que os consumidores norte-americanos têm tendência em pensar que esses veículos são barulhentos, mau-cheirosos e difíceis de pegar no frio, como no início dos anos 1970.
Por isso, a Audi quer usar o R8 V12 TDI Concept para atacar essa percepção, fazendo com que os modelos a diesel possam também assumir um papel de carro sexy. Essa mudança de opinião servirá para disponibilizar a esse público outros veículos mais baratos de sua gama.
Não à toa o modelo já esteve exposto no Salão de São Paulo em 2006. "Todos os detalhes, tais como versões, preço e estratégia de mercado desse lançamento serão informados oportunamente", diz Jorge Chear, diretor de vendas e marketing da Ford Brasil. O Edge é produzido na fábrica da Ford de Oakville, em Ontário, no Canadá, e está entre os líderes do segmento. Em 2007, seu primeiro ano completo no mercado, teve 130.125 unidades vendidas, número 30% superior à previsão original. Para destacar esse desempenho, ele ainda atingiu, em dezembro, um novo recorde mensal de vendas no varejo.
Além disso, conquistou prêmios importantes, incluindo os de Utilitário Urbano do Ano 2007, IIHS Top Safety 2007, de segurança, e Vehicle Satisfaction Award, de satisfação do cliente, da AutoPacific.Seu motor V6 também foi eleito um dos melhores do mercado e conquistou o prêmio Ward’s 10 Best Engines 2007. O propulsor é 3.5 V6 (seis cilindros em "V") de 265 cv (cavalos). Vem com freios ABS (antitravamento) nas quatro rodas, é equipado com airbags frontais de duplo estágio e airbags laterais de tórax para os ocupantes da frente e cortinas infláveis laterais nas duas fileiras de assentos. Travas de segurança para crianças nas portas traseiras e monitoração da pressão dos pneus são outros itens de série.
Equipado com motor 2.0 TSI de 200 cv (cavalos) de potência e torque (força) de 21,1 kgfm, o modelo terá opção de câmbio manual de seis marchas ou transmissão automática Tiptronic, também com seis velocidades.
Já com propulsor 3.6 FSI de 280 cv e 27,1 kgfm de torque, apenas o câmbio Tiptronic será disponibilizado. Em outros mercados fora dos EUA haverá ainda motores alternativos, como 1.8 TSI de 160 cv e duas versões a diesel, com 140 cv e 170 cv. Desenvolvido especialmente para o Passat CC foi o teto solar panorâmico elétrico, com 29,5 cm de comprimento e 44 cm de largura, cobrindo toda a área frontal.
A dianteira do carro é dominada pela grade esportiva com barra dupla e pelas amplas saídas de ar posicionadas no pára-choque. Já a traseira do cupê é marcada pelas grandes lanternas, pelo spoiler integrado à tampa do porta-malas e pela extensa janela traseira, que combina com o teto solar.


O motor escolhido é um 1.4 capaz de gerar 167 cv (cavalos) de potência máxima normalmente, mas que modificado para corrida, pode atingir os 226 cv, graças à tecnologia e preparação da Superchips, Milltek Sport e Turbo Dynamics.
Outras novidades aplicadas ao Jetta TSI de competição são o câmbio manual de seis velocidades, escapamento duplo próprio para corridas e discos de freios ventilados de 360 milímetros. Com 1.223 quilos, o carro possui rodas de liga leve com 18 polegadas e pneus Hankook 225/40. Além disso, o veículo é equipado com supercharger para impulsão em baixas rotações e turboalimentador para despejar potência extrema.
Esse propulsor ganhou o título de Melhor Novo Motor de 2006 no Prêmio International de Motor do Ano. Apenas o ambiente brutal de uma competição – ou nesse caso, duas – irão mostrar se esse motor realmente deixará o Jetta com o que é preciso para ser um campeão.
"Esse é sem dúvida o ano mais importante para a Gulf Motorsport. Juntamos dois grandes nomes da história do automóvel e espero que venha a ser uma longa e frutífera parceria", afirma Alain Dujean, vice-presidente internacional da Gulf. O DBR9 traz um motor 5.9 V12 (12 cilindros em "V") de 609 cv (cavalos) de potência. Em novembro o modelo competiu nas Mil Milhas de Interlagos, que passou a fazer parte da Le Mans Series. A melhor colocação do DB9R foi o sexto lugar no geral (primeiro na categoria GT1), com o brasileiro Fernando Rees se revezando com Roland Berville, Greger Fisken e Steve Zacchia.
Na carroceria, pouco muda. As linhas naturalmente contundentes do TT não demandaram de grandes intervenções. O pára-choque dianteiro mostra entradas de ar maiores e um pequeno spoiler nas laterais. No traseiro, uma nova moldura na parte inferior e um par de saídas de escapamento de cada lado. A capa dos retrovisores em alumínio é a novidade das laterais.
O interior traz revestimento de couro. Os mostradores ganharam fundo cinza e têm ponteiros em branco, cor também utilizada na tipologia do computador de bordo e nas costuras do volante, console central, alavanca do freio de mão e coifa do câmbio. Se a opção foi por outra cor de couro, estes detalhes mudam. No TTS, há um cronômetro exclusivo na tela de navegação.
Como opcional, o TTS pode trazer um sistema de som da Bose, preparação para equipamentos externos de som, iluminação do interior por LEDs, bancos com ajuste elétrico e faróis direcionais. As rodas de 19 polegadas também são oferecidas em opção às 18, que vêm de série calçadas em pneus 245/40.
Errou quem pensava que o TTS teria o motor 3.2 V6 (seis cilindros em "V") com sua potência aumentada. Tal e qual o S3, a Audi aprimorou o 2.0 Turbo. O quatro cilindros com injeção direta pulou dos 200 para 272 cv (cavalos) e tem duas opções de câmbio: manual ou semi-automático S-Tronic, ambos com seis marchas.
Com carroceria cupê acelera de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos. A tração é a integral Quattro.Além do motor, o TTS ganhou sistema de direção mais direto e suspensão reforçada. Esta conta com amortecedores com carga variável Magnetic Ride.
Com eles, é possível escolher os modos Normal ou Sport, além do automático, que se adapta ao modo de condução empregado pelo motorista. Outro componente que recebeu programação específica no TTS foi o controle de estabilidade, que agora permite "derrapagens controladas".
A motorização do novo RX-8 ainda não foi divulgada, mas o carro deve fazer sua primeira aparição completa no Salão de Detroit (EUA), que começa na próxima semana, onde todos os detalhes a seu respeito serão revelados.
Uma versão de alta performance com denominação "RS" também está sendo desenvolvida, que terá rodas de liga leve com 19 polegadas, bancos esportivos Recaro e spoiler traseiro.
O interior é bastante modesto, como era de esperar. A Tata agrupou os instrumentos no centro do painel. São eles: velocímetro, hodômetro, nível de combustível e luz de óleo. No entanto, o Nano pode trazer ar-condicionado como opcional em algumas versões.
O motor, construído totalmente em alumínio, foi instalado na parte traseira. Trata-se de um dois cilindros de 624 cm³, que passa 33 cv (cavalos) de potência às rodas posteriores por meio de um câmbio de quatro marchas. De acordo com a montadora, o pequeno pode fazer até 23 km/l de gasolina e a velocidade máxima é de 70 km/h.
Ratan Tata assegurou que o Nano atende às normas de segurança e de emissões - pelo menos as vigentes na Índia - e pode ser utilizado em todo o tipo de clima. As vendas, contudo, acontecerão inicialmente somente no mercado indiano.
Elas também servem para abrigar as novas (e imensas) rodas de 23 polegadas, calçadas em pneus 315/25 que suportam velocidades de até 300 km/h. O interior traz várias opções para os clientes que optarem pela preparação da Rinspeed. São diversas opções de revestimento em couro, alumínio e firba de carbono. Os bancos podem ser do tipo concha e há uma ampla gama de sistemas de entretenimento, além de diversos outros específicos.
Apesar de não informar qual a versão utilizada – ao que tudo indica a Turbo – a Rinspeed diz tirar 600 cv (cavalos) de potência do X-Treme, principalmente pelo novo sistema de escapamento. Os freios ganham discos e pinças maiores e a suspensão está 3,5 centímetros mais baixa, melhorando a estabilidade.
Já a ampla grade cromada dos vem dos últimos Skoda. Atrás, apesar de não parecer, o Superb tem tampa do porta-malas com vidro. Ou seja, é um autêntico cinco portas. O modelo tem 4,83 metros de comprimento, 1,78 m de largura, 1,46 m de altura e 2,76 m de entreeixos.
Na parte mecânica, novamente herança da VW. Os motores são iguais aos usados em todo o grupo: movidos à gasolina, o 1.4 TSI de 140 cv (cavalos); 1.8 TSI de 160 cv e V6 (seis cilindros, em “V”) de 3.6 litros e 260 cv, que será lançado posteriormente. Já os diesel pode me ter 1.9 ou 2.0 litros, com 105 ou 140 cv, respectivamente.
Da operação resta vapor d’água, que é eliminado pelo escapamento. O sistema gera uma potência máxima de 88 kW. Uma bateria suplementar de íon-Lítio pode armazenar um total de 9 kWh de energia elétrica e fornece um pico de até 60 kW de potência para auxiliar no desempenho. Em condições normais, o Provoq recebe 70 kW para o eixo dianteiro e 40 kW para o traseiro.
De acordo com a GM, são apenas 8,5 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h e 160 km/h de velocidade máxima. Sua autonomia é de 483 quilômetros, sendo 450 somente com o hidrogênio armazenado e mais 33 quilômetros com a carga das baterias.
"Essa é uma visão do que se segue: uma célula combustível que fornece a um veículo elétrico a condução característica que os clientes Cadillac querem e que lhes permita fazê-lo sem usar uma única gota de petróleo, enquanto que apenas emitem vapor d'água", afirma Larry Burns, vice- presidente de desenvolvimento da GM.
A A-BAT é voltada para o público urbano que, no máximo, sai da cidade para um acampamento ocasional ou uma trilha de bicicleta. Suas linhas são assinadas pelo centro de estilo norte-americano da Toyota.
Ao volante, esse público não abre mão do conforto. Por isso, as portas têm abertura invertida, facilitando o acesso. As estruturas dos bancos foram inspiradas nos quadros das mountain bikes. Os assentos dos bancos traseiros se dobram e permitem acomodar objetos altos. Uma gaveta está instalada sob a caçamba e traz lanterna, kit de primeiros socorros e tomadas de energia.
Para empurrar a A-BAT, a Toyota escolheu motorização híbrida, que mistura eletricidade e gasolina, chado Hybrid Synergy Drive. O sistema também inclui painéis que captam energia solar e alimentam os sistemas de navegação e internet sem-fio (Wi-Fi).
A gama de motores EcoBoost, por exemplo, é nova e concilia desempenho e baixo consumo. Há um 2.0 de quatro cilindros com 275 cv (cavalos) de potência, além de um V6 (seis cilindros em “V”) de 340 cv, ambos acoplados a um câmbio automático de seis marchas.
Esta transmissão permite ao motorista selecionar marchas mais adequadas à condição de rodagem daquele momento. A plataforma, juntamente com os componentes da suspensão, é construída em materiais mais leves e permitem redução de 68 quilos na carroceria, bem como um comportamento dinâmico melhor. O sistema de direção elétrico (EPAS) promove uma economia de até 5% no consumo de combustível e equipará entre 80% e 90% da gama Ford até 2012.
O aspecto externo também deve ser aproveitado nos futuros lançamentos da marca. O Explorer América tem identidade com a gama atual da Ford, porém apela para traços futuristas, estendidos ao seu interior, que leva seis pessoas em bancos individuais. Para facilitar o acesso à terceira fileira, as portas traseiras correm para trás e, os bancos centrais, para frente. No centro do painel, uma bússola tridimensional rouba a cena.
Carros-conceito geralmente não se tornam modelos de produção, sendo mais uma forma de expressão de tecnologias e designs futuros. O A-Star, entretanto, já nasce destinado a entrar na linha de montagem, na planta da Suzuki-Maruti, em Manesar (Índia), a partir de outubro do próximo ano.
Esse hatchback (sem porta-malas saliente) de cinco portas com tema familiar será equipado com um novo motor 1.0 a gasolina já desenvolvido para atender às normas de baixas emissões de poluentes do Euro 5. Após a estréia em Nova Deli, o carrinho será mostrado nos maiores salões do mundo durante o próximo ano, mas há rumores de que o protótipo sirva de base para a próxima geração do Alto, cuja apresentação está programada para o Salão de Genebra (Suíça), em março.
Esse mesmo motor deve equipar o utilitário esportivo Q7. No R8, segundo dados de fábrica, os números impressionam. São apenas 4,2 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h. Sacrificado será, no entanto, o espaço para bagagem. Mas quem liga para isso em um modelo como esse?
O conversível também foi o primeiro a ser vendido. A entrega aconteceu na noite de 16 de abril, pouco antes do comercial de TV em rede nacional que apresentou o carro aos norte-americanos. Oficialmente, as vendas do Mustang começaram no dia seguinte e contabilizaram 22 mil pedidos. O carro foi restaurado em 1983. Vem com o primeiro registro de matrícula, todos os certificados de propriedade, além de uma carta de agradecimento de William Clay Ford, um dos herdeiros do grupo norte-americano. Ele pediu o carro emprestado ao seu dono em 2006 para utilizá-lo no casamento de sua filha. 
Nas laterais, novas rodas de alumínio e, atrás, lanternas com nova distribuição de luzes. Por dentro, a montadora francesa aplicou materiais mais refinados, novos equipamentos, como o sistema de navegação TR4. Na mecânica a novidade é o motor 2.2 diesel, que utiliza dois turbocompressores, injeção de duto único ("common rail"