Dados de fábrica indicam que a aceleração de 0 a 100 km/h acontece em 7,3 segundos e que a velocidade máxima atinge os 215 km/h.
Assim a Mercedes espera contribuir para o que será o "utilitário esportivo do futuro".Fonte: Interpress Motor
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O CAR Group (CESVI Automotive Rating) é realizado pelo CESVI Brasil e classifica os veículos de acordo com os custos e a facilidade de realização de reparos nos veículos comercializados no Brasil.De acordo com Paulo Solti, Diretor de Pós-Vendas da Renault do Brasil, “a tripla liderança conquistada pelo Logan, Mégane Sedan e Mégane Grand Tour é uma importante informação para clientes e seguradoras. O ranking CAR Group aponta os modelos que proporcionam um reparo fácil e barato, possibilitando que as empresas seguradoras possam estabelecer tarifas de prêmios e franquias a valores mais acessíveis”. O executivo explica ainda que “as informações do CAR Group permitem aos clientes comparar, no momento da compra, os modelos Logan, Mégane Sedan e Mégane Grand Tour com os seus concorrentes diretos, sabendo assim, o quão simples e ágil é a realização de reparos”.
Solti afirma que, entre os motivos que levaram a Renault do Brasil a ser a empresa que possui o maior número de veículos de passeio no topo do ranking CAR Group é a utilização das mais modernas tecnologias e materiais desde a fase inicial de desenvolvimento dos modelos. Soma-se a isso, o árduo trabalho com o objetivo de nacionalizar um grande número de componentes, o que possibilitou a Renault do Brasil adotar uma política bastante competitiva de preços sugeridos de peças.Para elaborar o ranking CAR Group, o CESVI Brasil baseia-se em normas utilizadas pelo RCAR (Research Council for Automobile Repair), um conselho internacional de centros de pesquisa especializados em reparação automotiva e segurança viária. Para definir a graduação de um modelo dentro da escala do CAR Group, o CESVI faz crash tests com o veículo para avaliar os seguintes quesitos: custo de reparação dianteira, custo da reparação traseira, cesta dos tempos de substituição e cesta básica de peças.

O modelo Volvo mais vendido até hoje é a clássica série 200. Entre 1974 e 1993 nada menos do que 2.862.573 unidades foram produzidas. Provavelmente o modelo Volvo mais famoso é o cupê esportivo P1800 


Os faróis estão com linhas mais ousadas, seguindo a tendência do Corsa europeu. A traseira também traz lanternas mais arrojadas, que invadem a tampa traseira.
O modelo será apresentado no Salão de Genebra (Suíça), em março. Não há previsão de mudança de geração da Meriva à venda no Brasil.








Esse será o modelo mais potente da família Laguna. A maior mudança estética no modelo fica por conta do para-choques dianteiro, com entradas de ar maiores. Os faróis tem máscara negra e os espelhos retrovisores são pintados de pretos, deixando o modelo com visual mais esportivo.
Como se esperava, o carro vem equipado com o sistema de direção total da Renault, denominado Active Drive. O sistema permite que as quatro rodas do veículo girem, e não só as da frente, facilitando manobras de estacionamento.
O interior do veiculo conta com detalhes esportivos, como pedaleiras de alumínio e manopla de câmbio cromada. O Laguna GT estará disponível nas concessionárias Renault européias ainda este ano.
Esse motor tem como base o da versão de competição Challenge, que equipará o Mini ainda neste ano.
Com o propulsor, o modelo é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos, com velocidade máxima de 238 km/h (para fazer jus ao velocímetro).
Rodas de liga leve, freios especiais, câmbio de seis velocidades e sistema de escapamento renovado são algumas das heranças que o modelo traz dos veículos de competição.
Acima o velocímetro vai até 260 km/h. O carro deve começar a ser vendido em agosto na Europa.
Desde então nada mais foi divulgado sobre o modelo ou sobre o protótipo original Sportback Concept. Isso até a companhia anunciar que levará ao Salão de Genebra (Suíça), no próximo mês, outro carro-conceito bastante próximo à versão que será fabricada.
Quando for lançado, ainda neste ano, a mais nova variante de cinco portas da família Lancer deve representar cerca de 70% nas vendas no mercado europeu. O Prototype-S possui perfil esportivo e é alimentado por um motor 2.0 turbo de 240 cv (cavalos), o mesmo do Lancer Ralliart, além de contar com transmissão twin-clutch SST e tração integral.
A General Motors do Brasil confirma a decisão de importar o utilitário esportivo Captiva Sport, modelo a ser lançado no mercado brasileiro no segundo semestre de 2008. A versão, que será uma das atrações do próximo Salão de São Paulo, em outubro, chega equipada com motor 3.6 V6 (seis cilindros em "V") Alloytec de 257 cv (cavalos), o mesmo utilizado no Chevrolet Omega.
José Carlos Pinheiro, vice-presidente da GM do Brasil, acrescenta: "O Captiva Sport ampliará ainda mais a atual linha Chevrolet, que se mantém há muitos anos como a marca que oferece a gama de veículos mais modernos e seguros do país". A Chevrolet, no Brasil, disponibiliza ao consumidor brasileiro 14 modelos: Celta, Classic, Prisma, Corsa, Astra, Vectra sedã, Vectra GT (hatch), Omega, picapes Montana e S10, minivans Meriva e Zafira e utilitários esportivos Blazer e Tracker.
Marcos Munhoz, diretor-geral de marketing e vendas da GM do Brasil, diz que o mercado de utilitários esportivos de luxo no Brasil vem registrando um forte crescimento nos últimos anos, o que justifica a decisão da empresa em importar o Captiva Sport. O modelo mede 4,58 metros de comprimento, 1,85 m de largura, 1,70 m de altura e 2,71 m de entreeixos.


Outras tecnologias de economia de combustível incluem unidades auxiliares de baixo consumo de energia, peso reduzido e pneus Pirelli de pequeno arrasto.No interior foram usados materiais recicláveis, como piso derivado de pneus velhos, assentos estofados com couro reciclado e tecidos feitos de materiais orgânicos. A Fiat alega que todas as soluções apresentadas no carrinho integram um processo de desenvolvimento que será introduzido nos veículos de produção já em 2008.
O esportivo é um targa que consegue trafegar a até 10 metros de profundidade. O motor a combustão foi trocado por vários elétricos. São três baterias de íon-lítio na traseira, um para mover o carro em terra firme, dois para propulsão debaixo dágua. Dois mecanismos a jato dão suporte a esta dupla com saídas que acompanham a largura dos retrovisores.
Por razões de segurança dos passageiros, o carro não possui teto fechado. Tanques de ar comprimido fornecem oxigênio aos dois ocupantes. Se eles preferirem, podem flutuar com o carro, que só submerge com uma das portas abertas. Sensores a laser permitem até que o carro se mova sozinho. Sem os passageiros, ele vem à tona por conta própria também. O interior é à prova de água salgada e tem acabamento em madrepérola. A base para o projeto do sQuba é outro Lotus, o Elise.
Quando Frank M. Rinderknecht, dono da Rinspeed, divulgou que faria um carro capaz de submergir, o sQuba, muita gente deve ter duvidado de que isso era possível. Não deveria, uma vez que este suíço já provou ser capaz das coisas mais malucas e divertidas sobre rodas, como o Exasis, o esportivo transparente, e o Splash carro anfíbio que anda como lancha, entre outras criações.
Seu motor, que não é exatamente um super esportivo (73 cv a 4.500 rpm) ou de torque (160 Nm a 1.500 rpm), consegue levar o pequeno e limpo esportivo a 120 km/h de máxima e a 80 km/h, partindo do 0, em 7,1 s. O sQuba tem 3,79 m de comprimento, 1,94 m de largura, 1,12 m de altura e 2,30 m de entreeixos. Como todo bom esportivo, tem tração traseira, mas seu câmbio, sobre o qual não há muitas informações, parece ser automático, tendo apenas três posições: R (ré), N (neutro e F (frente).
O carro é bastante baixo: fica a apenas 1,3 cm do chão. Para navegar, o sQuba tem dois propulsores por hélice na “popa” do carro. Para dar uma de submarino, o carrinho suíço tem dois jatos que ficam sob suas extremidades traseiras. A velocidade na água é bem baixa: 6 km/h sobre a água e 3 km/h debaixo dela. As suspensões do sQuba são independentes nas quatro rodas, com braços sobrepostos, e as rodas são de aro 17” na dianteira e de aro 18” na traseira, respectivamente com pneus 205/40 R17 e 225/40 R18. Assim como outros modelos da Rinspeed, o sQuba será apenas um modelo de demonstração, um filho único.
A Fiat promete ainda uma variante elétrica do Fiorino mais para frente, desenvolvida em parceria com a Microvett. Não há previsão de o modelo ser lançado no Brasil.
Já o Civic híbrido tem vendas tímidas desde seu lançamento, pois o preço e a performance deixam a desejar. Por isso a Honda acaba de anunciar que levará ao Salão de Paris (França), que acontece em outubro, um híbrido compacto destinado ao mercado global.
Com essa estratégia a Honda espera elevar as vendas de híbridos para 10% do total de carros comercializados até 2010, entregando cerca de 200 mil unidades do novo compacto anualmente. Metade dessa produção será destinada aos EUA, um quarto para a Europa e o restante para outros mercados.

A cada “solicitação de busca”, um personagem sai à procura das informações na web utilizando as técnicas do “Le Parkour” (modalidade esportiva de origem francesa que consiste em transpor obstáculos presentes nas grandes cidades, como escadas, rampas e muros, somente com o corpo e sem auxílio de equipamentos).
A cada “solicitação de busca”, um personagem sai à procura das informações na web utilizando as técnicas do “Le Parkour” (modalidade esportiva de origem francesa que consiste em transpor obstáculos presentes nas grandes cidades, como escadas, rampas e muros, somente com o corpo e sem auxílio de equipamentos).
Uma é um crossover com base no Renault Sandero, que na Europa será inclusive lançado sob a marca Dacia, ou um utilitário esportivo com inspiração no Steppe Concept, este inspirado no Logan, apresentado no Salão de Genebra (Suíça) de dois anos atrás.
Assim como a Logan Pick-up, apresentada pela Dacia no início da semana, há rumores de que o novo veículo seja fabricado em São José dos Pinhais (PR), onde é produzido o Sandero. Assim, o plano Renault Mercosul Contrato 2009, que prevê seis novos automóveis no país até 2009 (os quatro primeiros foram Mégane, Mégane Grand Tour, Logan e Sandero), consistiria em uma picape Logan e esse modelo off-road.Há controvérsias.
Segundo a própria Renault, somente mais um dos modelos a ser lançados até o próximo ano será feito na plataforma B0 (a de Logan e Sandero), o que abriria espaço para o Mégane hatch, cuja fabricação no Brasil a marca nega. De qualquer forma, o plano de investimentos no Brasil é de US$ 360 milhões, dos quais US$ 230 milhões somente na plataforma B0.
Quanto as motorizações, a pick-up Logan será oferecida com motor a gasolina de 1.6 MPI de 90 cavalos, e a diesel de 1.5 dCi com potência de 70 e 85 cavalos. Todos os propulsores serão aliados a transmissões manuais de cinco velocidades. Segundo a Dacia, a pick-up Logan chega ainda este ano à Bulgária e a Turquia. A previsão de chegada do modelo no Brasil é para 2009, onde deve ser fabricado também na fábrica paranaense da Renault.
Classificado pela montadora como a próxima geração do sistema controle de tração integral Super-All Wheel Control (S-AWC), a mesma usada no Lancer Evolution, o protótipo incorpora o sistema que concentra em um só mecanismo recursos como controle eletrônico de estabilidade e freios Sport ABS.
Equipado com motor a diesel limpo de quatro cilindros, 2.2 litros DOHC de 16 válvulas, que dotado da tecnologia Mivec, gera 203 cavalos de potência e 42,8 kgfm de torque controlado pelo sistema eletrônico Active Yaw Control. Toda esta tecnologia permite o protótipo apresentar níveis bem mais baixos de emissão de gases poluentes.
O Concept-RA é um coupé de baixo peso, e foi construído utilizando o método space-frame, onde a estrutura da carroceria é toda feita de alumínio, paineis plásticos recicláveis e materiais resistentes a deformidades, o que permite ainda ganhar em desempenho.
Esse esportivo-conceito, sério candidato a substituir o Eclipse, surge querendo levantar a bandeira de sustentabilidade. Por isso, ele apela para algo que não é ainda muito apreciado pelos norte-americanos, o motor a diesel com um torque de deixar qualquer V8 no chinelo: 420 Nm.
Assim como o carro tem chances de ser produzido em série, e ter seu maior mercado nos EUA, o motor também pode ser a primeira tentativa da marca japonesa de convencer os norte-americanos das vantagens deste tipo de motor, um desafio a que Mercedes-Benz e Volkswagen já se propuseram. Se vai dar certo ou não, ainda mais considerando a paixão dos vizinhos lá do norte pela gasolina, só o tempo, e os preços dos combustíveis, poderão dizer.
Além de leve e com motor nervoso, o Concept-RA terá o câmbio manual automatizado de dupla embreagem, semelhante ao usado pelo VW Passat V6 à venda no Brasil. A caixa de câmbio é uma SST dual-clutch totalmente nova, que ainda não entrou em produção. 
Também única será a versão de acabamento top Dynamique, com itens de série como banco do motorista com ajuste de altura, faróis de neblina, piloto automático, limitador de velocidade, toca-CDs compatível com MP3, rodas de liga leve de 16 polegadas, sensores de luminosidade e de chuva e revestimento dos bancos, do volante e da alavanca de câmbio de couro.
Outro diferencial do modelo é o teto rígido escamoteável de vidro, cujo acionamento leva 22 segundos. Para levar esse modelo para casa, é preciso desembolsar R$ 124.890. A marca espera vender 240 unidades do conversível por ano.
Já a minivan chega para acomodar as famílias que procuram espaço extra, uma vez que possui capacidade para sete passageiros (sendo a última fileira de assentos rebatíveis).
A Grand Scénic também será oferecida com o mesmo conjunto de motor e câmbio do Mégane Coupé Cabriolet e apenas na versão Dynamique, com os mesmos equipamentos, além de retrovisores externos eletricamente rebatíveis, cartão eletrônico que substitui a chave, sensores de estacionamento, sistema de ar condicionado digital e freio de mão automático. Como opcionais, teto de vidro panorâmico, rede para bagagens no porta-malas e bancos de couro.
Com preço sugerido a partir de R$ 87.990, a previsão de vendas é de 1.200 unidades anuais. "Enquanto o Mégane Coupé Cabriolet conquista por seu design arrojado e capota elétrica de vidro, a Grand Scénic tem uma vocação familiar e é focada para os clientes que buscam uma nova opção de veículo dentro desse segmento", afirma Cássio Pagliarini, diretor de marketing da Renault do Brasil.
Sua produção está prevista para começar no final de 2008. Também pensando no trânsito da cidade, a marca deve revelar na mostra suíça o Urban Cruiser, um utilitário esportivo projetado para ser econômico e emitir menos poluentes.
O modelo de linha deverá vir com a mesma configuração para quatro ocupantes do protótipo, mas será esticado em alguns centímetros (o conceito tem apenas 2,98 metros). Das 100 mil unidades a ser produzidas, cerca de 80 mil irão para a Europa e o restante será vendido no Japão.
Ainda não foi confirmado se a Toyota desenvolverá um modelo baseado no iQ para mercados emergentes, mas há rumores de que uma versão de baixo custo será fabricada na Índia.