Segundo o grupo, a decisão de levar a produção dos veículos para a Europa permitirá às marcas Peugeot e Citroën uma maior agilidade diante das evoluções da demanda européia nesse segmento, o de veículos 4x4 de lazer, que é um dos mais dinâmicos do continente. O Peugeot 4007 e o Citroën C-Crosser, primeiros utilitários esportivos do Grupo PSA Peugeot Citroën, são vendidos na Europa desde o segundo semestre de 2007.Fonte: Interpress Motor
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O veículo chega com inúmeros equipamentos que o caracterizam como um autêntico fora-de-estrada, preparado para os mais difíceis desafios. Agrega a evolução da Mitsubishi Motors em relação ao seu DNA off road, sintetizado na L200 Savana através de seu chassi reforçado (Heavy Duty) e um atualizado power train, composto por novo motor, nova transmissão e novo sistema de tração Easy Select.
Internamente, o veículo chega com o objetivo de proporcionar conforto e conveniência para os condutores e passageiros. O assoalho revestido com borracha e os bancos anatômicos em vinil cobertos com capas de neoprene facilitam a manutenção e limpeza. Três luzes de cortesia, dez porta-objetos e três tomadas 12V completam os itens de conveniência.
Após um início tido como brilhante há seis anos, as vendas dos modelos Scion recuaram e o quadro começou a ficar crítico. Foram comercializadas apenas 130 mil unidades no último ano, uma queda de 25% e nada indica que esse volume pudesse crescer. Boa parte da culpa foi então atribuída à linha limitada do modelo.
Agora foi planejada uma reviravolta para a Scion, que envolve novas versões e inúmeras inovações tecnológicas, segundo informou o seu vice-presidente, Jack Hollis, em entrevista ao jornal "The Detroit News". A idéia é acrescentar três novos modelos em dois anos.
"Temos de pensar sobre como vamos trazer consumidores mais jovens à família Toyota", afirma, acrescentando que prestar atenção em novos conceitos é algo que a marca fará com mais freqüência para acrescentar novos veículos à linha. Outra idéia é lançar um modelo híbrido.



Acontece que o sedã já não é mais tão segredo assim. Já foi flagrado na região central de São Paulo durante filmagens. No mais, os nomes das versões não devem mudar, permanecendo, em ordem crescente, XLi, XEi e SE-G, com preços entre R$ 57.413 e R$ 80.871. Os descontos devem acabar. Motores? Também sem novidade. A versão flex chegou na carroceria que diz adeus à linha em maio do ano passado.
Os membros associados desses 8 clubes somam mais de 116.000 pessoas em todo o Brasil que estão em constante contato trocando idéias sobre a marca e seus produtos.
Impulsionado por baterias de íon de lítio (como em computadores portáteis e aparelhos celulares), o modelo tem autonomia de 160 quilômetros e desenvolve velocidade máxima de 120 km/h.
As baterias foram desenvolvidas em conjunto com a NEC. Para "reabastecê-lo" totalmente, basta deixar durante uma noite inteira na tomada. A marca japonesa pretende lançar nos mercados japonês e norte-americano ao mesmo tempo seu veículo totalmente elétrico até 2010. Em tempo: "denki" significa elétrico em japonês.

Ao apresentar para o mercado brasileiro no início do ano passado a terceira geração do importado CR-V, a Honda Automóveis almejava, entre outros objetivos, formar uma base sólida no segmento de utilitários de uso urbano. Após 12 meses, a meta foi alcançada. O crossover se transformou num dos veículos mais procurados da categoria ao atingir a expressiva marca de 1,8 mil unidades comercializadas, quase três vezes a mais do que em 2006.
Novidades foram incorporadas ao modelo, que recebeu alguns equipamentos. A versão EXL 4WD, por exemplo, será lançada no Brasil com seis air-bags (frontal, lateral e cortina) e bancos de couro, itens que não estavam disponíveis em 2007. Já o LX 2WD, que faz sua estréia em território nacional, tem alguns diferenciais em comparação com a concorrência, como a transmissão automática de 5 velocidades, a potência máxima de 150 cv e o porta-malas com capacidade para 1.011 litros.
De acordo com a montadora, que tece muitos elogios ao carro no material divulgado para a imprensa, no geral, o crossover manteve as principais características de um modelo que conseguiu aliar perfeitamente o conforto e estabilidade dos sedãs da marca com a robustez e a durabilidade encontrada nos utilitários produzidos pela empresa.

A versão sedã foi apresentada no Salão de Detroit, no início do ano. Para impulsioná-lo deverá haver um motor de tração traseira a partir de 2.0 turbo que desenvolve 215 cv (cavalos) de potência.
Também está previsto um motor 3.8 V6 (seis cilindros em "V") capaz de superar os 300 cv. Essa versão cupê foi apresentada como carro-conceito no final do ano passado, durante o Salão de Los Angeles (EUA). A exposição em Nova York fica aberta até 30 de março.
A partir deste ano, as versões a gasolina 150 e 170 poderão vir com sistema de parada e arranque automático, sistema semelhante ao Stop & Start do Citroën C3 na Europa. Quando o carro pára em um sinal, por exemplo, o motor a combustão deixa de funcionar. O equipamento pode reduzir o consumo em até 9%, segundo a empresa. Na verdade, quanto maior o congestionamento, maior é a redução.
Em alguns mercados haverá também o 170 NGT BlueEfficiency, movido tanto a gasolina quanto a gás. Haverá ainda um sistema de estacionamento automático, que funcionará com dez sensores que "avisa" o motorista se há espaço para estacionar quando ele está buscando uma vaga (a menos de 35 km/h).
Todas as versões do modelo trazem ESP (controle eletrônico de estabilidade), airbags duplos frontais e laterais de cabeça e tórax. O conforto a bordo está garantido com conexão para iPod e cabo USB em que é possível ligar seu MP3 player. Os comandos do som são no volante.

Exemplo é que o modelo passa a adotar de série o sistema ativo de encosto de cabeça Neck-Pro, além do Pré-Safe, sistema de proteção à colisão. O modelo incorpora ainda itens que ampliam o conforto a bordo, como conexões para iPod e Bluetooth.
Há opção ainda de navegador, iluminação por LEDs e sistema de som Harman Kardon Logic 7, bem como um kit que pode fazer o design exterior ficar ainda mais esportivo.
Tudo permanece como dantes em termos de motorização. São três propulsores a gasolina – o ML 350 tem motor 3.5 V6 de 272 cv, o ML 500 tem motor 5.5 V8 de 388 cv e o ML 63 AMG, motor 6.2 V8 de 510 cv – e três diesel – ML 280 CDI com motor 3.0 V6 de 190 cv, ML 320 CDI 3.0 V6 de 224 cv e ML 420 CDI 4.0 V8 de 306 cv. A transmissão em todos é automática de sete velocidades 7G Tronic.
A principal alteração foi feita na parte frontal, com a troca dos faróis redondos (que deixaram de ser marca registrada da Mercedes) por conjuntos que lembram os do SLK.
As entradas de ar laterais, uma das características mais marcantes do esportivo, passaram a ter linhas verticais, semelhante às de um tubarão. A traseira, praticamente, ficou igual, o mesmo correndo com o interior, exceto pelo novo volante e o novo grafismo do painel de instrumentos.
Como a Mercedes-Benz sempre manteve os motores deste carro topo de linha no estado da arte, não esperamos que eles mudem muito. Stuttgart continuará a oferecer o SL 350 (V6, 272 cv), o SL 500 (V8, 388 cv) e o SL 600 (V12, 517 cv).
O SL 55 AMG, com seu motor de 500 cv, de todo modo, deve ser trocado pelo motor das versões 63 AMG, capaz de gerar 525 cv. O SL 65 AMG, com 612 cv, continuará em linha. O modelo será mostrado ao público pela primeira no Salão de Genebra. 

O ronco de uma Ferrari é reconhecido de longe. Agora, imagine um modelo da escuderia preparado e capaz de desenvolver 716 cv de potência e 72,6 mkgf de torque. Para complementar, com aceleração de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos e velocidade máxima de 348 km/h. Para se ter uma idéia do desempenho, o seu spoiler dianteiro foi desenvolvido em um túnel de vento.
Dessa forma, a unidade conta com dois intercoolers para resfriar a temperatura local - há um duto de ar na parte de baixo que leva ar frio para o motor. Os filtros de ar também tiveram sua utilização otimizada , assim como os pneus, o sistema de freios, a aerodinâmica e o conjunto da suspensão. Uma vez que o veículo, dotado de estabilizadores, atinge 80 km/h, a suspensão volta para a sua posição normal, 35 milímetros mais baixa que a do carro convencional de produção.
Em relação ao visual, inicialmente parece estarmos nos deparando com uma Ferrari de competição, o que não deixa de ser verdade. Entretanto, o carrão não fica limitado a uma boa aparência, um bom chassi e um bom motor, mas com o interior cheio de tubos de proteção.



Por dentro, é como o Logan. Por fora traz design mais contemporâneo. O Sandero europeu tem grade frontal diferente do brasileiro. Por lá são faixas horizontais, enquanto aqui é do tipo colméia. Outro destaque é garantia de três anos ou 100 mil quilômetros (como no Brasil, aliás).