
O Sportage é o veículo que puxa as vendas da Kia. O SUV compacto emplacou 5.256 unidades de janeiro a agosto – cinco vezes mais do que no mesmo período de 2007. A importadora pretende vender este ano nove mil unidades do veículo.
A linha 2009 do Sportage já está disponível. A versão de entrada (2.0 litros, 142 cv de potência, 4x2, manual e farol de neblina) sai por R$ 77,4 mil.
Fonte: Automotive Business
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A linha 2009 do Sportage já está disponível. A versão de entrada (2.0 litros, 142 cv de potência, 4x2, manual e farol de neblina) sai por R$ 77,4 mil.
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O Kangoo be bop mede 3,87 metros de comprimento e apela para soluções que realçam seu aspecto divertido. Começa pela pintura em dois tons, onde capô, retrovisores e detalhes da tampa traseira e pára-choque dianteiro se diferem do restante da carroceria. Dentro os quatro bancos individuais também são coloridos.
No teto o be bop traz três tetos solares diferentes. O dianteiro e o central são fixos, enquanto que o traseiro desliza totalmente para a frente. A tampa posterior tem abertura lateral e seu vidro desce, ampliando a sensação de liberdade e facilitando o transporte de equipamentos como pranchas de surfe ou bicicletas. Faróis com máscara negra e rodas de 16 polegadas completam o visual diferenciado.

A razão do título é o motor 6.0 V12 (doze cilindros, em "V"), equipado com dois turbocompressores e intercooler. São nada menos do que 500 cv (cavalos) de potência a 3.750 rpm, 102 kgfm de torque máximo constante entre 1.750 e 3.000 rpm. O resultado é um aceleração de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos, com velocidade máxima de 250 km/h (limitada eletronicamente).
O Q7 V12 TDI Quattro traz câmbio automático Tiptronic de seis velocidades - com opção de trocas no volante - e tração integral permanente Quattro. Esta tem repartição de força na proporção de 40% para as rodas posteriores e 60% para as traseiras. Para frear seus 2.680 kg, discos compostos de cerâmica e fibra de carbono, com oito pistões à frente e quatro atrás.
Por fora o Q7 V12 se diferencia dos demais pelas entradas de ar maiores e pela grade com detalhes cromados. As luzes de direção no pára-choque dianteiro foram para os faróis e deram lugar a luzes diurnas, iluminadas por LEDs. As rodas podem ter 20 ou 21 polegadas.
São duas versões de carroceria deste hatchback (sem porta-malas saliente): cinco portas ou cupê esportivo, ambas equipadas com motor 1.4 diesel com filtro de partículas capaz de gerar 80 cv (cavalos) de potência máxima.
Inspirado no protótipo A-Star, apresentado no Salão de Nova Deli, em janeiro, o Alto é equipado com um novo motor 1.0 a gasolina já desenvolvido para atender às normas de baixos níveis de poluentes do Euro 5, que emite 109 g/km de CO2. O modelo será fabricado na planta da empresa em Manesar (Índia) e deve chegar ao mercado no primeiro semestre de 2009.
Segundo a fabricante, as inspirações de design foram "água" e "harmonia". O nome Kiyora significa "limpo e puro" em japonês e é mais uma visão a longo prazo de design.
Umas das principais características do veículo de três portas é sua leveza, uma vez que o carro foi construído em uma nova plataforma criada para obter redução máxima de peso. Sob o capô está a próxima geração do motor de quatro cilindros com injeção direta e sistema inteligente "start/stop" para fornecer maior economia de combustível.
Entre as mudanças que mais se destacam, estão os novos faróis, capô, tampa do porta-malas, pára-choques, entradas de ar e a adoção de novas rodas aro 18 de série.
Equipado com o motor 3.7 V6 (seis cilindros em "V") e nova transmissão automática de cinco velocidades, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em 7,1 segundos. Itens como economia de combustível e níveis de emissões de poluentes também foram revisados para melhorar a performance do carro. No interior, novo sistema de som Bose com entrada para USB e conexão para iPod.
Seu design é inspirado em aviões, principalmente a configuração interna. São três fileiras com dois assentos individuais cada, que têm ajuste elétrico para a cabeça e descanso para os pés ao ser reclinados.
Há ainda uma inédita motorização híbrida, com dois propulsores elétricos de 20 kW auxiliados por um motor 2.0 diesel de 205 cv (cavalos). A transmissão de sete velocidades traz um sistema de dupla embreagem. Segundo a marca francesa, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos e emite 120 g/km de CO2. Seu consumo fica em 22,22 km/l.
Com 4,80 m de comprimento e altura de 1,60 m, veículo possui portas estilo "asas de gaivota", grande área envidraçada, faróis que funcionam com o auxílio de diodos eletroluminescentes de alto desempenho e lanternas traseiras do tipo "bumerangue", envolvidas por extratores destinados a controlar as correntes de ar provenientes da passagem de roda.
"Inspirado mais pelo movimento que pela velocidade, o Ondelios é um novo convite para viajar", diz Patrick Le Quément, diretor do design do Grupo Renault.
Externamente a SLR 722 Edition se diferencia pelas novas rodas de 19 polegadas pintadas em grafite, spoiler de fibra de carbono no pára-choque dianteiro, faróis com máscara-negra e entradas de ar cromadas no capô. O número 722 vai no pára-lama, logo acima da entrada de ar.
Atrás as lanternas ganharam elementos escurecidos. O interior recebeu revestimento em couro alcântara, mesmo material aplicado no volante, Costuras vermelhas foram aplicadas no painel e no console e as pás utilizadas para as trocas de marchas atrás do volante, assim como o console central, são em fibra de carbono.
De olho nas novas normas de emissões de poluentes na Europa, a Audi deixou de lado o motor 4.2 V8 (oito cilindros, em "V") da antiga geração e aplica um 3.0 V6 (seis cilindros, em "V") equipado com compressor volumétrico no novo modelo. A potência caiu de 344 cv para 333 cv (cavalos), porém se mantém constante entre 5.500 e 7.000 rpm. No anterior, atingia seu maior pico apenas nas 7.000 rpm.
O torque máximo de 45 kgfm agora chega em 2.500 rpm e assim permanece até 4.850 rpm. No antigo, eram 41,8 kgfm a 3.500 rpm. Assim o novo S4 acelera de 0 a 100 km/h em 5,1 segundos (5,2 na Avant), números 0,4 e 0,5 s melhores, respectivamente, do que os da geração passada. A velocidade máxima não muda: 250 km/h limitados eletronicamente.
Seu câmbio pode ser manual de seis marchas ou automatizado S-Tronic, com duas embreagens e sete velocidades. A tração é integral permanente, com diferencial central do tipo Torsen, responsável por transmitir 40% da força para o eixo dianteiro e 60% para o eixo traseiro. Há opção pelo Audi Driver Select, que permite alterar a resposta do acelerador e da trocas de marcha, bem como a assistência da direção.
Os traços do 9-X Air seguem o estilo da marca sueca, que pertence ao à General Motors. Foi criado em parecia com os centros de estilo da GM Europa e da Saab. Pára-brisa, vidros laterais e as colunas traseiras se integram, conferindo ao modelo um visual interessante. De acordo com a empresa, suportam um peso de até 3.500 kg e assim dispensam o uso de santantônio.
O vidro traseiro faz as vezes de defletor aerodinâmico quando o teto de lona está aberto. Este se acomoda em um compartimento independente do porta-malas e tem estrutura em magnésio, para diminuir o peso. O acionamento do teto, contudo, é manual. No lugar dos espelhos retrovisores foram instaladas câmeras e as rodas de 21 polegadas usam pneus 245/35.
Seu painel projeta imagens digitais em três dimensões no lugar de mostradores convencionais. O 9-X Air tem sistema de alerta para mudança de faixa e a mesma câmera usada por ele monitora o detector de fontes luminosas. Durante a noite, quando o veículo se aproxima de outro na direção contrária, a luminosidade do farol é diminuída para evitar ofuscamento.
Na carroceria o novo GTI exibe as mesmas rodas de 18 polegadas e grade em colméia com detalhes em vermelho do GTI da quinta geração. Comparado às versões mais mansas do Golf VI, tem faróis com elementos internos diferentes, pára-choque dianteiro com entradas de ar e novos faróis auxiliares. Atrás, pára-choque com moldura inferior distinta uma saída de escapamento de cada lado.
O interior chega com bancos esportivos revestidos em tecido xadrez, volante com base achatada, comandos de telefonia e do sistema multimídia, além de costuras vermelhas, também estendidas a coifa de câmbio e alavanca do freio de mão. Os apliques metálicos fazem o contraste e são sete os airbags disponíveis.
O motor 2.0 TFSI, com injeção direta e turbocompressor, passou por melhorias e chega aos 211 cv (cavalos). O GTI traz agora o XDS, um diferencial eletrônico de deslizamento limitado gerenciado pelo controle de tração. A suspensão, 22 milímetros mais baixa do que a do Golf convencional, pode receber os amortecedores de rigidez variável (DCC), com modos Normal, Sport e Comfort, como opcional.
O 500 Abarth esseesse pode ser reconhecido pelas rodas de 17 polegadas com novo desenho, pintadas em branco ou titânio e calçadas em pneus Pirelli PZero Nero de medida 205/40. A sigla que dá nome ao kit aparece nas tampas do motor e do porta-malas e na chave.
Construído na plataforma do Renault Mégane hatch (sem porta-malas saliente), uma vez que a marca francesa comprou a russa, o veículo teve a suspensão alterada para suportar percursos off-road. A versão de produção deve chegar à Europa no próximo ano, custando cerca de 12.800 euros.
A principal característica do carrinho é a pintura feita com duas cores externas: preto e vermelho cereja. Além disso, a versão é equipada com as maçanetas das portas e o friso da placa pintados na tonalidade preto brilhante.
O C3 Pluriel Charleston também é equipado de série de aros de rodas aro 15 de alumínio com calota central com fundo vermelho. Internamente o veículo terá bancos, volante e cordões da porta revestidos de couro e frisos das saídas do ar-condicionado e manopla cromados.
No total, serão três opções de motor a gasolina – 1.6 de 132 cv (cavalos), 1.8 de 147 cv e 2.0 de 152 cv, todos da linha Valvetronic, com tecnologia de válvula variável – e três diesel 2.2 com potências de 126 cv, 150 cv e 177 cv.
A versão perua também será revelada no evento. O Avensis será construído na fábrica da empresa em Derbyshire (Inglaterra) e começa a ser vendido em janeiro de 2009.


Todas as versões do carro são equipadas de série com airbags frontais e do tipo cortina, freios com sistema ABS (antitravamento), controle de tração e Bluetooth. Sob o capô está um motor 2.4 de 4 cilindros que desenvolve 171 cv (cavalos) de potência a 6.000 rpm e torque de 22,4 kgfm a 4.400 rpm.
Em São Paulo estará em exposição a versão híbrida do Malibu, com sistema que economiza combustível por meio da utilização de controles e software sofisticados, além de um motor elétrico de 36 volts, que funciona combinado com o mesmo propulsor a gasolina da versão normal.
O sistema híbrido reduz o consumo de combustível do modelo graças a vários procedimentos, como o desligamento do motor quando o veículo não está em movimento (parado no semáforo, por exemplo). Além disso, o sistema proporciona um arranque imediato quando o pedal do freio é liberado e permite um corte rápido do combustível durante a desaceleração, quando captura energia cinética por meio de frenagem regenerativa para carregar a bateria.
Construído sobre a plataforma do 308, o Prologue, ao que tudo indica, vai iniciar um novo padrão estilístico na marca. Os faróis estão menos esticados e a grade ligeiramente menor. Insertos plásticos acomodam os faróis auxiliares. Atrás, as lanternas têm o formato de uma ponta de flecha. As laterais são musculosas, com pára-lamas volumosos.
As versões Sport, XLT e Limited agora trazem de série o My Connection, sistema de som e conectividade com CD/MP3 e conexão para iPod, USB e celular Bluetooth. Na versão XL com cabine dupla e tração 4x4, os freios ABS (antitravamento) nas quatro rodas passam a constar como opcionais.
O estilo da traseira é discreto. A equipe de design da VW tinha como meta não deixar que a altura da tampa ultrapassasse a linha dos vidros laterais. O visual sóbrio, porém, esconde uma boa solução: a tampa tem abertura elétrica, e sobe sozinha. Pode ser acionada pelo botão no painel ou pela chave (do tipo canivete), conforme a versão. Parte da tampa é revestida internamente, e tem apoios para as mãos.
Em relação ao hatch, o sedã ganhou 33 centímetros, elevando o comprimento para 4,23 metros. Para compensar o aumento de 36 quilos no peso, o eixo traseiro foi reforçado.
O Voyage chega com duas opções de motor (1.0 e 1.6) e três de acabamento: básico, Trend e Comfortline. Os preços só serão divulgados na noite desta quarta-feira, durante o lançamento à imprensa. Estima-se que o 1.0 básico deverá custar cerca de R$ 31 mil. A 1.6 deverá ficar na faixa de R$ 35 mil.
O carro, que começa a ser vendido em outubro, tem como alvo o usuário urbano, esportivo e sofisticado, segundo o fabricante. “Trata-se de um projeto especial desenvolvido desde a concepção do Sandero, em 2005” – disse Jérôme Stoll, presidente da Renault Brasil e Mercosul.
O StepWay ganhou nova suspensão em relação ao projeto do Sandero, ficou mais alto em relação ao solo e colocou o motorista em posição de dirigir mais elevada. O desenho externo procura realçar a proposta de um veículo esportivo. O motor é um 1.6 litro flex, de 16 válvulas.
O capô esconde o famoso motor Roushcharger de 5.4 litros, com três válvulas por cilindro alimentado por um compressor, e que despeja 69,13 kgfm de torque. Baseado na motorização convencional, este propulsor traz distribuidor, intercooler, radiador e sistema de captação de ar de alto desempenho. Estas modificações resultam em 445 cavalos de potência, dando a pick-up a melhor relação peso/potência já registrada em um veiculo deste porte.
O sistema de suspensão esportiva preparado pela Roush rebaixou a picape em 5 centímetros, na frente, e 7,5 cm, na traseira, deixando ela bem mais estável em curvas de alta velocidade. A velocidade máxima é de 170 km/h limitada eletronicamente.
Assim como a carroceria, a grade de alumínio e o spoiler dianteiros também são pretos, mesma cor do escapamento duplo. Feito sobre encomenda, o interior conta com pedais em alumínio e acabamento em couro. Nos bancos dianteiros, o logotipo bordado da Roush. O painel de instrumentos também traz a cor negra e tem iluminação em vermelho.
A picape estará no Salão do Automóvel de Hannover (que abre hoje as portas à imprensa e ao público de 25 de setembro a 2 de outubro) e pode ser exibida também no Salão do Automóvel em São Paulo, a partir de 30 de outubro.
Embora ainda se discuta a adequação do veículo a países do primeiro mundo neste momento de crise e alta no preço de combustíveis, a Robust já foi flagrada em testes nos Estados Unidos. A picape deve ter versões de cabine simples e dupla, com tração 4x2 e 4x4, e pode servir de base para um utilitário esportivo.
A picape da VW chega ao mercado brasileiro para brigar com Ranger, S10 e as de DNA Japonês Hilux, Frontier e L-200.